25 de fevereiro de 2014

TRABALHADORES/AS EM EDUCAÇÃO DE CONTAGEM PROTOCOLAM PAUTA DE REIVINDICAÇÕES 2014

Protocolamos hoje, 25 de fevereiro, nossa pauta de reivindicações junto ao Governo, pauta aprovada na Assembleia de 21/02. Desta forma, fica o Governo Municipal informado oficialmente do início da Campanha Salarial Educacional dos/as Trabalhadores/as em Educação de Contagem, que tem como eixo: RESPEITO E VALORIZAÇÃO: NENHUM DIREITO A MENOS.
Estava presente a diretoria do Sind-Ute Contagem e representantes das escolas municipais que foram recebidos por Marius Carvalho, representante da Secretária de Governo ao qual apresentamos as nossas revindicações e nossa insatisfação com o tratamento autoritário que é dado pelo atual Secretário de Educação, José Ramoniele, e do desrespeito do Secretário Adjunto de Educação, Ademilson Ferreira, que disse na Conferência de Educação que há no Sindicato diretores de segunda classe.
Apresentamos ao Governo toda a angústia deste inicio de ano, a falta de cumprimento da LC 90, o tumulto gerado pela mudança dos critérios nas flexibilizações e contratos, o problema do não reconhecimento do Quadro Único da Educação, a falta de um plano de saúde, a necessidade da revisão do plano de carreira, os problemas vivenciados pelos trabalhadores de Nova Contagem, dentre outros pontos.
O próprio Marius Carvalho reconheceu que no ano passado foi acordado em reunião de negociação que primeiro se faria as nomeações, após deveria ser oferecida a flexibilização e por último os contratos. Portanto, deixando claro, mais uma vez que a SEDUC descumpriu o que foi apontado na mesa de negociação do ano passado, alterando a organização das escolas a bel prazer.
Recebemos o apoio do Fórum Popular de Cultura através de sua representante Daniela, que apresentou os problemas que vem ocorrendo com a Cultura em Contagem, como a Censura as Marchinhas e a desvalorização dos artistas da cidade.
Na oportunidade, solicitamos uma audiência com o prefeito Carlin Moura e a abertura das negociações para tratar dos pontos de nossa pauta de revindicações.
VAMOS À LUTA POR NENHUM DIREITO A MENOS!


Um comentário:

  1. Se preciso for iremos às ruas e até mesmo uma greve por tempo indeterminado.

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